quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Missionária

Diocese de Amargosa     07:04     No comments




Dimensão Missionária


DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


FUNDAMENTAÇÃO TEOLÓGICA

“A Igreja, enviada por Cristo para manifestar e comunicar a caridade de Deus a todos os homens e povos, sabe que ainda lhe resta por realizar uma ingente tarefa missionária. (...) Como Cristo, por Sua encarnação se ligou às condições sociais e culturais dos homens com quem conviveu, assim deve a Igreja inserir-se em todas essas sociedades, para que a todas possa oferecer o mistério da salvação e a vida trazida por Deus”
Assim nos falam as Diretrizes da Ação Pastoral sobre a Dimensão Missionária:
“A comunhão exige a missão como seu dinamismo essencial. A Igreja, que se percebe como comunidade de fé, é impelida naturalmente a continuar a missão de Jesus que a convocou, constituiu e enviou. Ela é chamada a assumir ativamente, em todos os seus membros, a mesma missão de Cristo, proclamando o Reino de Deus e testemunhando o Evangelho em todo o tempo e lugar, em todas as épocas e nações, reconhecendo a riqueza evangélica das diferentes culturas.
A dimensão missionária exprime, pois, um aspecto particular da única e abrangente missão da Igreja, corresponde à primeira evangelização, para despertar a fé nos não-cristãos, integrando novos membros em sua comunhão visível.
Neste sentido, o papa João Paulo II, em sua recente Encíclica sobre “a validade permanente do mandato missionário”, identifica, “no âmbito da única missão da Igreja”, a dimensão missionária, como “atividade missionária específica”, cuja peculiaridade deriva do fato de se orientar para “não-cristãos’. É propriamente a missão ‘ad gentes’. Esta “tarefa especificamente missionária, que Jesus confiou e continua cotidianamente a confiar à sua Igreja, não se deve tornar uma realidade diluída na missão global de todo o povo de Deus, ficando desse modo descurada ou esquecida”[2].
Lembramos ainda que a dimensão missionária deva sempre enfrentar o constante desafio da inculturação da fé, procurando encarnar o Evangelho nas culturas dos povos. O nosso Objetivo Geral atual inclui a preocupação pelo respeito às diversas culturas. Esse é um ponto em que deveremos nos diferenciar em relação à prática missionária daqueles que realizaram a primeira evangelização da América, cujo V centenário estamos comemorando.

A Igreja no Brasil, nos últimos anos, tem manifestado seu dinamismo por um novo ardor missionário ‘ad gentes’, não apenas se preocupando com as situações missionárias presentes no país, mas ampliando seu horizonte missionário para “além-fronteiras”.”

DIOCESE DE AMARGOSA


 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

ORIENTAÇÕES SINODAIS

Nesta 1ª Sessão Sinodal, foram escolhidas como indicações gerais as seguintes prioridades:
1.      Ensinar na Catequese de crianças, adolescentes, jovens e adultos a missionariedade da Igreja;
2.      Evangelizar os que não frequentam a Igreja. 


À luz das reflexões havidas por ocasião do estudo e aprofundamento desta Dimensão, o Sínodo determina as seguintes normas:
1.      Em cada paróquia seja organizado o Conselho Missionário Paroquial - COMIPA;
2.      Os vários Conselhos Missionários Paroquiais unam-se em uma Comissão Missionária Diocesana - COMIDI;
3.      A Comissão Missionária Diocesana elaborará o planejamento geral e um planejamento anual, no qual deverão constar:

3.1.- Objetivo geral; 
3.2.- Objetivos específicos; 
3.3.- Meios; 
3.4.- Formas de avaliação e revisão;

4.      Sendo toda a Igreja missionária, a Catequese paroquial, ao ser ministrada nos vários níveis (crianças, adolescentes, jovens e adultos), terá um peculiar acento na missionariedade, como vocação primeira da Igreja;
5.      O mês Missionário, a saber o mês de outubro, seja bem valorizado pelo uso sistemático do “material” confeccionado pela Pontifícia Obra Missionária Nacional;
6.      Com muito zelo e ânimo participativo, a “coleta das missões” deverá ser feita em todas as Matrizes,
Igrejas, Capelas e Comunidades e enviada com urgência à Cúria Diocesana;
7.      Como método educativo e de formação espiritual, organize-se em todas as paróquias a “Infância Missionária”;
8.      Nos Colégios Católicos (e de católicos) realize-se no âmbito escolar, no referido mês de outubro, a campanha missionária;
9.      Cada paróquia deve formar agentes de pastoral para a evangelização dos afastados, organizando-se visitas domiciliares, aproveitando especialmente as novenas e ou encontros por ocasião da Quaresma (Campanha da Fraternidade), do Advento (Natal em Família) e da festa dos Padroeiros;
10.  Especialmente por ocasião da “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos”, todas as paróquias valorizem as atividades ecumênicas, seguindo as orientações do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - Conic;
11.  A Comissão Missionária Diocesana terá um assistente eclesiástico nomeado pelo Bispo Diocesano, o qual escolherá a equipe diocesana, a ser confirmada pela Autoridade Diocesana.
12.   O prazo de atuação será de 4 anos podendo ser reconduzido por mais um período.

_______________________________________________________
[1].- DGAP doc. 45, n. 80-84
[2] Cf. R.Mi., n. 33-34


DIOCESE DE AMARGOSA
 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


CONCEITO

 Esta dimensão busca assumir a proclamação da feliz notícia de que Deus nos ama e nos quer todos unidos ao seu amor misericordioso, pois a missão constitui nossa resposta ao mandamento supremo de Jesus: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Ela nasce da gratuidade do missionário. É um dom que brota da generosidade do coração que é livre, e que por ser livre, ama, e por amar serve, pondo o pé no caminho para assumir o anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida.
     A nova atitude missionária, tão necessária à Igreja vai ser possível somente se houver homens e mulheres profundamente apaixonados por Jesus Cristo e serenamente amantes da sua Igreja. E disso nascerão também os desejados novos frutos da fé, através do testemunho da caridade e do serviço á sociedade e da edificação do mundo, segundo as propostas e valores do reino de Deus.
   A dimensão missionária surge com a missão de ser suporte da evangelização, favorecendo momentos de encontro, estudo e partilha da ação evangelizadora, tendo uma espiritualidade orante e eucarística. Por meio das Comissões Missionárias Paroquiais – Comipas essa dimensão busca fazer a missão acontecer a partir da realidade e não dos impulsos. Essa missão se dá a partir de todas as iniciativas que visem ir ao encontro das pessoas e de suas realidades, anunciando a pessoa e o projeto salvífico de Jesus, boa nova do Pai. A Dimensão Missionária, ainda, acompanha e orienta, promovendo a comunhão entre a Infância Missionária, as Comipas, o Apostolado da Oração e os movimentos Marianos. 


DIOCESE DE AMARGOSA
 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

PASTORAIS E MOVIMENTOS QUE COMPOEM A DOMIENSÃO MISSIONÁRIA





DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


MÍSTICA E ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA


1.    MÍSTICA

O mundo em que vivemos sofre transformações constantes. O ser humano vive ameaçado por idéias incompatíveis com o projeto de Deus (neoliberalismo, globalização, exaltação do homem...) e sofre interferências que nem sempre respondem aos seus anseios e expectativas. É nesse sentido que podemos falar de convicção cristã. Dela nasce a mística da nossa missão. A mística não se compra em farmácia, como um remédio, mas se adquire através da sintonia com Deus, no silêncio e na partilha, em comunhão e solidariedade com a caminhada do povo. Mas é algo invisível. Não se vê, não se toca, mas se experimenta. É uma experiência muito importante. É como o ar que respiramos. É como as raízes de uma planta: não aparecem, mas sustentam a vida.
Mística não é uma palestra sobre assuntos religiosos, catequese, curso bíblico... É algo profundamente existencial: tem a ver com nossos anseios, nossos sonhos e frustrações. Está ligada a nossa presença neste mundo e, ao mesmo tempo, à nossa sede do absoluto, do eterno. Alcança o íntimo de nosso ser. Mexer com emoções, sentimentos, atitudes, opções... Mística cristã é algo que se experimenta e se vive diariamente. É uma relação profunda com o amor misericordioso do Pai (Lc 15), com a pessoa de Jesus Bom Pastor (Jo 10) e verdadeira videira (Jo 15), com a força e o calor do Espírito Santo (Jo 20,21-23; Atos 1,8).
Mística é buscar na fonte que é Deus, a água que sacia nossa sede. Sede de amar e ser amado; de viver com intensidade a graça da vida; sede de experimentar a Deus e continuar buscando sem nunca bastar-se a si mesmo. O místico cristão é um mártir comprometido. Dá provas concretas naquilo que acredita.

2.    MÍSTICA-COMUNHÃO E MISSÃO

Para Jesus, a mística era um encontro profundo e íntimo com o Pai: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim” (Jo14,11). “Eu e o Pai somos um” (Jo 10, 30). “O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou a realizar a sua obra” (Jo 4,34).
Para o apóstolo Paulo, a mística era profunda comunhão com a pessoa e a prática de Jesus: “Para mim, o viver é Cristo” (Fl 1,21). Mística e missão são inseparáveis. Marcham a unidade e a profundidade do amor de Deus com a vida humana, levando a um engajamento gratuito e eficaz a favor da vida. A falta de engajamento eficaz, gratuito, fiel, permanente, verdadeiro e libertador tem a ver com a ausência de mística. A crise do mundo é a crise de mística. Os profetas, todos eles, foram místicos e missionários ao mesmo tempo. Jesus, que viveu em comunhão íntima com o Pai, foi por excelência, o missionário da vontade do Pai. Ele era o enviado do Pai para pregar a boa nova (Mc 1,38-39). “O Espírito do Senhor está sobre mim... para anunciar a Boa Notícia aos pobres, enviou-me para proclamar o ano da graça... a libertação aos presos...” (Lc 4,18-21). Aos fariseus e doutores da lei, que criticavam suas ações, Jesus dá razões de sua missão, através de três parábolas. Estas falam do amor carinhoso e misericordioso do Pai para com os últimos, os marginalizados (Lc 15, 1-32). A parábola da ovelha perdida, da moeda perdida e do filho pródigo.
Missão, portanto, não é luxo, não é tarefa de um grupo escolhido. Missão verdadeira nasce do batismo, profundamente enraizado na pessoa de Jesus Salvador e libertador. Missão é questão de amor. A experiência do amor faz sair de si para ir ao encontro do outro. Gera verdadeiro sentido de vida e de vida plena, como Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10)

3.    FUNDAMENTAÇÃO DA VIDA CRISTÃ: SEGUIR JESUS

O chamado é para escutar Jesus e é para segui-lo: partilhar de sua vida, de suas necessidades, de sua missão (fazer a vontade do Pai). Por esta vocação cristã, somos chamados:
A. a seguir Jesus, o JESUS pessoa, mensagem de vida, ensinamento e missão (cf. Lc 9, 57-62; 14, 25-27; 18, 18-30),
B. a viver as bem aventuranças (Mt 5, 1ss; 6, 20-38), e a realizar os valores do Reino.
C. a dar continuidade a sua obra e missão na terra (Mt 28, 16-20); Mc 16, 15-20; Jo 20, 21-23),
D. a anunciar a esperança do reino futuro (Lc 21, 29-36; 12, 35-46).

A incorporação em Cristo e na Igreja: Para ser seguidor de Jesus e membro de sua Igreja, a pessoa precisa:
a) ser iniciada por meio da evangelização, da catequese e dos sacramentos;
b) dado sua adesão pessoal ao Senhor e ter aceito o Senhor e a sua Igreja, pelo ato de ,
c) participar da vida da Igreja, por um profundo sentido de eclesialidade;
d) comprometer-se com a missão de Jesus e de sua Igreja, tanto ad intra ecclesiaecomo “ad extra ecclesiae”, na plenitude de direitos e deveres na Igreja.

No BATISMO somos chamados a ser na Igreja:
a) filhos de Deus (Ef 1,5),
b) criaturas novas (2Cor 5, 17; Gal 6, 15),
c) templos do Espírito (1Cor 6, 19-20),
d) membros vivos do Corpo de Cristo (1Cor 12, 4-13),
e) comprometidos a manter a unidade, o amor e a paz do mesmo Espírito em “um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos” (Ef 4, 1-6).

4.    ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA

É viver “segundo o Espírito” e não “segundo a carne” (Rm 8,1-17).É antes de tudo, um estilo de vida. Vida segundo o Espírito não é questão de gritar: “Amém, Aleluia, Viva Jesus”. É viver iluminados e conduzidos pelo projeto de Jesus, o Bom Pastor (Jo 10) que conhece as ovelhas, vai à frente delas, as guia e orienta, levando-as às melhores pastagens. O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas com um amor de doação total.
A espiritualidade e a mística cristã geram a missão. Porém, não é qualquer tipo de missão. Uma missão em defesa da vida, que liberta e transforma. Quem abraça essa mística e a espiritualidade cristã vive uma nova maneira de ver, sentir e viver o cotidiano.
A espiritualidade segundo o Espírito de Jesus é estar “cheio do Espírito e educado pelo Espírito” (Lc 4,10), que nos conduz também a:
Viver com Ele: para viver com Jesus, é fundamental e indispensável, compreendê-lo como é enviado e quem ao mesmo tempo nos envia (RM 88). Isso exige de nós, comunhão íntima com Cristo para que o descubramos presente e atuante, onde já está: nas culturas, nos vários sinais do Reino e, sobretudo, na liturgia Eucarística.
Viver como Ele: Assemelhar-nos a Ele: em mentalidade, critérios, maneira de sentir e atuar em atitudes e em ações. Com humildade e obediência, entregamos nossa vida ao estilo de Jesus. É o Espírito Santo que vai realizando esta transformação em nós para vivermos como Ele. Isto exige ser “discípulo” e “testemunha”, pôr à disposição de Jesus nossa pessoa, vida, coração, mente e bens. Isto se consegue com a docilidade plena ao Espírito.
Unirmo-nos a Ele: Jesus prometeu estar no meio de nós, guiando, ensinando e atuando como Bom Pastor. O amor é o mandamento principal para a vida de comunidade. Exige de nós compartilhar a palavra, a fraternidade e o serviço à Igreja missionária.
Ir com Ele: A expressão desta espiritualidade é a disponibilidade missionária. Ir com Ele, em seu nome, com seu poder.
Dar a vida com Ele: O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas com amor até as últimas consequências. Assumir este estilo de vida é o que se chama de caridade apostólica.
5.    TRAÇOS DA ESPIRITUALIDADE DO MISSIONÁRIO



A espiritualidade deve ser vivida em todos os lugares, segundo o espírito de Deus. Nele, continuamente, podemos abastecer nossa vida. E a espiritualidade missionária? Se é espiritualidade, deve ser missionária. Não há separação. A missão exige uma espiritualidade específica. O missionário de Jesus não se pertence, mas pertence à missão, a mesma missão de Jesus.
O missionário é alguém que anda pelos caminhos do povo. Conhece as pessoas pelo nome e procura tira-las do anonimato. Ele ama, sobretudo os mais pobres, defende e valoriza a vida, a exemplo de Jesus. O missionário é aquele que aprende a relacionar-se de forma igualitária. Conhece suas fragilidades e demonstra a capacidade de perdão. Caminha com o povo. É criativo e utiliza suas potencialidades para dar sentido a vida do povo. Ao mesmo tempo, ama a nossa Igreja e respeita as demais confissões religiosas. Não é um sujeito fechado, autoritário, interesseiro nem mesmo usa o nome de Jesus em proveito próprio. Ele sabe que a melhor maneira de anunciar Jesus é testemunhá-lo no cotidiano da vida, lutando, acreditando.
O missionário rompe barreiras. Ele não é um inocente inútil, manipulado. Possui uma consciência crítica da realidade. O missionário vê a realidade com o mesmo olhar de Jesus. O missionário deve ser um contemplativo na ação, testemunha das bem-aventuranças, anunciador da Boa Nova e sinal do Reino definitivo. A espiritualidade do missionário reflete a experiência de despojamento de João Batista: “É preciso que Ele cresça e eu diminua” (Jo3, 30).
O missionário precisa viver a intimidade com Deus, entregar-se a Deus confiante no amor. Confiar em Deus tem como conseqüência ver com bons olhos aqueles que Ele criou com amor. Um bom missionário em qualquer tipo de missão, tem que ser poeta e profeta, gostar de flores, de música, de festa... Precisa temperar a justiça com ternura, a beleza, o sentimento. Não se pode viver a missão de cara fechada, como se fosse uma guerra, sem espaço para doçura, as amenidades da vida.



DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Ø ARTICULADOR DIOCESANO: Padre Valter de Menezes Moura

v  COMIDE Comissão Missionária Diocesana
ü  Acácio (Laje)
ü  Irmã Cheila (Amargosa)
ü  Valdelice (Santo Antonio)
ü  Etelvina (Varzedo)
ü  Zeze (Nilo Peçanha)
ü  Helio (Valença)
ü  Evanilda Santa (Castro Alves)

Ø ARTIVULADORES DAS PASTORAIS E MOVIMENTOS

ü Apostolado da Oração e Movimentos Marianos: Padre André Luiz
ü Grupo dos Homens: Padre Gilton Abreu

Ø ARTICULADORES NOS ZONAIS - COMIDE

ü Zonal 1:Acacio (Laje) e Irmã Cheila (Amargosa)
ü Zonal 2:Valdelice (Santo Antonio de Jesus) e Etelvina (Varzedo)
ü Zonal 3:Zeze (Nilo Peçanha) e Helio (Valença)
ü Zonal 4:Evanilda Santa (Castro Alves) e Raimundo santa Terezinha)

v  COMIPA Conselho Missionário Paroquial.

DIOCESE DE AMARGOSA


 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


ARTICULADORES PAROQUIAIS


ü Paróquias do Zonal 1:
·         Amargosa
·         Laje
·         Mutuípe
·         Jiquiriçá
·         Ubaíra
·         São Miguel das Matas

ü Paróquias do Zonal 2:
·         Santo Antonio
·         São Benedito
·         São José do Andaiá
·         Conceição do Almeida
·         São Felipe – Everaldo
·         Varzedo

ü Paróquias do Zonal 3:
·         Nilo Peçanha
·         Taperoá
·         Valença
·         Bom Jesus
·          Tranquedo Neves
·         Cairú
·         Aratuípe
·         Jaguaripe
·         Nazaré

ü Paróquias do Zonal 4:
·         Rafael Jambeiro
·         Iaçú
·         Milagres
·         Itatim
·         Santa Terezinha
·         Castro Alves

DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

CONTATOS DOS ARTICULADORES


Pe. Valter de Menezes Moura
Paróquia de São Filipe e São Tiago
Praça Conego José Lourenço s/n centro
e-mail: valter.mm@hotmail.com
Pe. Antenor Lourenço dos Santos
Vigário Paroquial de Milagres e Itatim
tel.:(75) 9981-5629

Evanilda dos Santos Oliveira, (Santa)
Articuladora do Zonal IV
Rua do Paramirim, nº48, Centro, Castro Alves
Tel.: (75) 8104-0560
Hélio Caldas dos Santos
Coordenador Grupo de Homens
Articulador Zonal II
Tel.: (75) 3641-4580 – 3641.3429
Valença – Bom Jesus

Maria Etelvina Barreto da Silva
Tel.: (75) 9968-0269

Valdelice Santos Araújo
Tel.: (75) 3631-4223/8205-1726
Santo Antonio de Jesus
Joseane Paixão Santos, Zezé
Articulador Zonal III
(73) 9936-8252
Nilo Peçanha

Acácio Andrade Pereira
Articulador Zonal I
Rua Leonel Brito, s/n, centro, Laje
CEP: 45490000
Tel.: (75) 3662-2253/9975-4605/8853-4238

Ir. Sheila
Articulador Zonal I
Rua Benedito Almeida, nº 200 – centro,
CEP: 45300-000, Amargosa
Tel.: (75) 3634-1280/9228-9301






DIOCESE DE AMARGOSA
 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

VISITA MISSIONÁRIA




OBJETIVOS DAS VISITAS:

  1. Estar atento aos sinais do Espírito presentes na realidade a ser visitada.
  2. Criar condições para que as pessoas se manifestem, revelando suas vidas e, assim, promover os valores que estão nas pessoas.
  3. Valorizar a cultura dos diferentes grupos detectados  nas visitas.
  4. Viver, na adoração de si mesmo e na gratuidade evangélica, o autêntico espírito missionário.
  5. Conhecer a realidade das famílias e instituições.
  6. Ouvir as necessidades e esperanças das pessoas.
  7. Levar o Evangelho, com destaques ao serviço e à prática da misericórdia.
  8. Colocar a sérico das pessoas o que a comunidade tem para oferecer.
  9. Criar laços de amizade, canal de futuros engajamentos evangelizadores.
  10. Criar clima de união entre os moradores de uma rua, prédio, quadra, vila, linha.
  11. Lançar as sementes de futuros grupos bíblicos.
  12. Descobrir novas lideranças e despertar vocações.

POSTURA DOS VISITADORES:

a)      Não pedir dinheiro, não vender rifas e nem pedir comida. Quando em tempos de campanha política, nenhum missionário deve levar consigo propaganda política de nenhum candidato ou partido. Não estamos fazendo campanha.
b)      Na medida do possível, entrar em todas as casas onde houver acolhimento.
c)      Observar bem o ambiente para saber como agir.
d)     Em caso de situações mais difíceis (doenças, fome, conflitos...), fazer o que estiver ao alcance e tentar envolver também os vizinhos, criando assim uma corrente de solidariedade.
e)      Se encontrar casas fechadas, volte depois ou deixar o recado com os vizinho. Levar diversas mensagens para essas ocasiões e deixar na caixa do correio, embaixo da porta, etc. como dizeres que identifiquem a visita e o motivo (palavras de incentivo, bênçãos, em nome da Arquidiocese de Porto Velho). 
f)       Entrar nos bares, lojas, escritórios, bancos. Se houver condições, dar uma mensagens ou, pelo menos, abrir o convite para os encontros, orações, celebrações.
g)      Entrar nas casas de pessoas de outras igrejas ou grupos religiosos, se houver condições favoráveis a acolhimento. Procurar sempre evitar conflitos desnecessários.
h)      Nunca perder de vista que os missionários/as são mensageiros da paz, da justiça e testemunhas do amor de Jesus.
i)        Criar atitudes de diálogo, de entrosamento e de solidariedade.
j)        Onde for possível, ler um trecho da Bíblia elencados  ou outros mais apropriados à realidade visitada, entoar um conto, fazer uma oração, dar uma benção.
k)      Os visitados terão uma identificação: boné, crachá, cruz, terço e Bíblia. Não se esquecer porém, que o que mais identifica um visitador cristão é a sua atitude.
l)        Ao baterem na porta, sabendo se não são conhecidos, apresentar-se de maneira simples e humilde, como missionário da paz e da vida, do evangelho de Jesus enviados pela Igreja católica.
m)    Rezar de forma natural e espontânea e não artificial.


QUALIDADES ESSENCIAIS DOS VISITADORES

a)      Conhecer os fundamentos bíblicos das visitas.
b)      Ser discreto quanto ao que ficar sabendo nas visitas.
c)      Ter o mínimo de perspicácia para perceber quando está ajudando e quando está se tornando inoportuno.
d)     Saber respeitar as diferenças.
e)      Saber escutar com paciência as critica e esclarecer possíveis mal-entendidos.
f)       Escutar mais que falar.
g)      Ser simples e claro.
h)      Promover o diálogo de modo que a família visitada possa se expressar.
i)        Ao ser chamado a dar um conselho é importante ter consciência de que o melhor conselheiro é aquele que sabe ouvir e escutar. Antes de falar, de dar conselho, é preciso conhecer a situação das pessoas que o pedem. Conselho mais dado ou emitido superficialmente pode prejudicar a vida de uma pessoa ou de uma comunidade.
j)        Adaptar-se aos horários das pessoas que serão visitadas.


O QUE E A QUEM DEVEMOS VISITAR?

a)      A todas as famílias e instituições, como escolas, fábricas, sociedades de amigos do barro, igrejas de outras confissões, hospitais, centros comerciais, mercados.
b)      De modo preferencial, a todos os que passam por momentos difíceis como os doentes, os desempregados, os enlutados, marginalizados, os presos, etc.
c)      As famílias que estão vivendo momentos importantes como a espera e o nascimento de um bebê ou celebram bodas, noivadas, casa nova, etc.



DIOCESE DE AMARGOSA
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e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


ROTEIROS BÁSICOS PARA AS VISITAÇÕES



1 – HIPÓTESE

1.    Apresenta-se de maneira simples e humilde, dizendo de forma suicida qual o objetivo da vista.
2.    Perguntar se pode entrar.
3.    Se a pessoa convidar a entrar, promover o diálogo a partir de algum dado observando naquele momento.
4.    Conforme o desenrolar da conversa utilizar de algum trecho bíblico que ilumine aquela situação.
5.    Propor uma oração de conclusão de vista. Conforme o pedido da família oferece a benção de casa.
6.    Entregar o cartaz da semana Missionária, pedindo que seja afixada na entrada da casa.

  
 2 – HIPÓTESE:

1.    Apresenta-se de maneira simples e humilde, dizendo de forma sucinta qual o objetivo da visita.
2.    Perguntar se pode entrar.
3.    Se a pessoa convidar a entrar, promover o diálogo a partir de algum dado observando naquele momento.
4.    Entregar o cartaz da semana Missionária, pedindo que seja afixada na entrada da casa.

   
3 – HIPÓTESE:

1.    Apresenta-se de maneira simples e humilde, dizendo de forma sucinta qual o objetivo da visita.
2.    Perguntar se pode entrar.
3.    Se a pessoa convidar a entrar, promover o diálogo a partir de algum dado observando naquele momento.

SUGESTOES DE TRECHOS BLÍBLICOS

Lc 5, 1-11 ; Lc 10, 38-42; Mc 4, 2-9; Mc 6, 45-52; Mt 5, 13-16; Mt 14, 22-33 ; Ef2, 14.

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e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


HISTÓRICO DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO

1.      ORIGEM

O Apostolado da Oração teve origem numa casa de estudo da Companhia de Jesus, em França (Vals, perto de Le Puy), na festa de S. Francisco Xavier do ano de 1844.
Naquela ocasião, o Padre Espiritual do Colégio – Pe. Francisco Xavier Gautrelet – fez uma conferência aos estudantes, em que explicou como podiam eficazmente satisfazer o desejo de colaborar com os que trabalhavam nos vários campos de apostolado para a salvação dos homens. Podiam fazê-lo, sem interromper o seu trabalho principal, que era o estudo, oferecendo com fim apostólico as suas orações, os seus sacrifícios e trabalhos.
As idéias propostas pelo Pe. Gautrelet, que constituem o fundamento do Apostolado da Oração, foram recebidas com entusiasmo pelos estudantes e divulgadas primeiro nas terras vizinhas do colégio e depois em toda a França.
Para difundir estas idéias, o próprio Pe. Gautrelet propôs uma pequena organização com o nome precisamente de «Apostolado da Oração», que teve a aprovação do Bispo de Le Puy e, em 1849, alcançou as primeiras indulgências do Papa Pio IX.

2.      DESENVOLVIMENTO

A divulgação propriamente dita do Apostolado da Oração deve-se principalmente ao Pe. Henrique Ramière, também ele da Companhia de Jesus, que deve considerar-se o verdadeiro fundador, divulgador e organizador do Apostolado da Oração no mundo.
O Pe. Ramière, por meio de numerosos escritos, em que soube harmonicamente unir a simplicidade de expressão e a profundidade de pensamento teológico, propagou o Apostolado da Oração em todas as classes de pessoas e a todos os níveis, e deu à Obra forma definitiva e organização estável.
À morte do Pe. Ramière (1883), o Apostolado da Oração tinha já 35 mil centros, com mais de 13 milhões de associados nas várias partes do mundo.

3.      O APOSTOLADO DA ORAÇÃO NO BRASIL

No Brasil, o primeiro centro do apostolado da oração foi fundado no dia 30 de junho de 1867 no Recife/PE, na Igreja de Santa Cruz, oficiada então pelos padres jesuítas, que chegaram a Pernambuco em 1865. O Pe. Bento Schembri-sj foi seu fundador e o primeiro diretor.
Na cidade de Itu/SP, coube ao Pe. Bartolomeu Taddei-sj fundar o primeiro centro do Apostolado da Oração no dia 1º de Outubro de 1871. Pelo fato de ter organizado em seguida novos centros, a nível diocesano e nacional, Pe. Taddei é considerado o fundador e mais eminente propagador do Apostolado da Oração no Brasil. Sendo nomeado secretario nacional, Pe. Taddei estendeu o movimento a todos os estados da nação, o que levou o cardeal Sebastião Leme a declarar na época: “O renascimento espiritual do Brasil é obra do Apostolado da Oração”.




DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


ESPIRITUALIDADE MARIANA



OS DOGMAS MARIANOS

A palavra dogma significa conteúdo de fé, mas não expressa toda a realidade, pois os mistérios são insondáveis: quanto mais conhecemos, mais falta conhecer. A verdade é uma fonte que nunca se esgota: quanto mais bebemos, mais aumenta a sede e maior é a água que dela jorra. Não é porque a Igreja formula um dogma que ele expressa a verdade e sim, porque é verdade, a Igreja o proclama como dogma de fé. Podemos dizer que o dogma afirma o máximo que a inteligência e a fé humanas, iluminadas pelo Espírito Santo, podem dizer a respeito de uma verdade e, ao mesmo tempo, expressa o mínimo que se deve afirmar.
Com essa introdução queremos falar dos quatro dogmas marianos: sua Imaculada Conceição, a Maternidade divina de Maria, a Virgindade perpétua e sua Assunção ao céu.

Imaculada conceição de Maria: a primeira Eva, no Paraíso, foi criada sem pecado, mas não resistiu à tentação e rejeitou a Deus. Maria é a Nova Eva, com ela Deus restaura a criação por obra de seu Filho Jesus. Em previsão de sua Maternidade divina, quis Deus que Maria fosse preservada do pecado desde o ventre de sua mãe, Ana. E Maria respondeu a essa graça nunca pecando, sendo a vontade de Deus a sua vontade, como respondeu ao Arcanjo Gabriel, na Anunciação. O mais importante não é que Maria tenha nascido sem pecado, mas que tenha vivido sem pecado, razão pela qual o Anjo a chama de “cheia de Graça”.

Maternidade divina de Maria: Maria recebe o título de Mãe de Deus porque o Filho eterno de Deus dela recebeu a natureza humana. Jesus é Deus e Homem verdadeiro, não se podendo separar a divindade da humanidade. Por isso, cabe a Maria o título de Mãe de Deus. Negando-lhe esse título, estaríamos negando a divindade de Jesus, o Filho de Deus, ou o estaríamos dividindo em duas partes, uma divina e outra, humana.

Virgindade perpétua de Maria: ao contemplarmos o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e tantos outros, percebemos na imagem de Maria três estrelas: uma na fronte e uma em cada ombro. Com esse símbolo a Igreja afirma que Maria é Virgem antes, durante e depois do parto. Maria não concebe de José, mas por obra do Espírito. O significado mais profundo desse dogma é que Maria teve o coração unido a Deus, sem divisões. Seu amor foi virgem na fidelidade contínua e perpétua a Deus nosso Senhor. Nenhuma infidelidade ao amor divino tocou seu coração imaculado.
Assunção de Maria aos céus: terminados os dias de sua vida terrena, Maria foi levada (assunta) aos céus. Aquela que foi preservada do pecado, sempre virgem, Mãe de Deus, teve o privilégio de ser glorificada após a vida terrena. Seu corpo, do qual se formou a natureza humana de Cristo, ficou incorruptível e logo foi transfigurado na glória da Santíssima Trindade.

Maria, nosso caminho de fé
Os dogmas são alimento de espiritualidade, e não afirmações para nosso deleite intelectual. Eles agem em nossa vida cristã.
Os dogmas marianos propõem-nos um caminho mariano: o que Deus realizou em sua pobre serva, realizará também em nós, pobres servos. Tudo por graça.

Imaculados pelo batismo – Nós nascemos no pecado, mas, pelo batismo, nos tornamos imaculados, recriados pela graça divina. Quando pecamos, peçamos logo o perdão e nosso coração se torna imaculado. Através da Eucaristia somos continuamente divinizados pelo alimento divino recebido.
Construir a maternidade – Nossa natureza humana foi santificada na natureza humana de Jesus. Por isso é sagrada. Na glória eterna da Santíssima Trindade estamos incluídos na natureza glorificada do Senhor. Na Eucaristia recebemos o Cristo Deus e Homem. Maria gerou o Senhor. Nossa vida, nossa palavra e testemunho podem gerar filhos para Deus, reconciliar os que estão dispersos: temos a graça de ser pai/mãe de novos filhos de Deus.

Virgindade renovada – Deus é fiel a nós, sempre, e nós somos infiéis a seu amor. Estamos divididos pelo pecado, pela fragilidade, pela tentação, por falsos amores, pelo medo da morte. Busquemos a virgindade espiritual, a fidelidade contínua ao Senhor. Pelo Batismo, pelo perdão e pela Eucaristia Deus nos oferece também o dom da virgindade. A cada dia podemos readquiri-la. Mesmo prostituídos, a graça recupera nossa virgindade, tira de nosso coração as divisões.

Nossa assunção aos céus – Maria foi a primeira criatura glorificada em corpo e alma. Igualmente, nós temos a graça de podermos ser glorificados no céu, junto de Deus. Deus nos dará um novo corpo, transfigurado, pois nossa primeira natureza retorna ao pó. Desejemos ardentemente o encontro final com Deus. E Maria intercede continuamente por nós para que sejamos de Deus. Como as primeiras comunidades, peçamos sempre: Vem, Senhor Jesus!
Pe. José Artulino Besen





ARACTERÍSTICAS DA ESPIRITUALIDADE DE MARIA


A característica da espiritualidade de Maria é a sua Absoluta e total adesão a Palavra de Deus.
Ao anjo Gabriel que lhe anunciava o chamado de Deus, Maria aceita decidamente e diz:
"Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segunda a Tua Palavra" (Lc 1, 38). 
Firme e radical deve ser também a nossa fé em Deus.
Nossa atitude, generosa e lógica é de acolher o chamado de Deus, com alegria e gratidão, e vive-la com total adesão, assim como fez a Virgem Maria.
A espiritualidade de Maria consiste na total intimidade com Jesus.
Intimidade biológica por ser mãe, dando-lhe uma ida física; intimidade afetiva porque Jesus foi seu supremo e absoluto amor desde a anunciação até o calvário;
Intimidade Apostólica, porque unida a obra salvadora de Cristo, intercede ainda por toda a humanidade.
Estas características da intimidade de Maria com Jesus, sejam também as características fundamentais da nossa vida, que se realiza de modo único na Eucaristia:
"Eu sou o pão da vida... Eu sou o pão descido do céu!"
O próprio Cristo quer que esta misteriosa e sublime intimidade com Ele se realize através da Eucaristia.
Outra característica espiritual de Maria é a sua Consagração.
Tendo-se doada totalmente a Deus e a Cristo, consagrou-se também aos apóstolos e aos discípulos, as pessoas necessitadas.
Que a exemplo de Maria possamos, também nós, viver esta intimidade com Cristo.




DIOCESE DE AMARGOSA


 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


ESTATUTO DO TERÇO COM HOMENS
Objetivo – Fazer com que o Evangelho seja conhecido e anunciado no meio dos grupos.
Como: Homens evangelizando homens.

Artigo 1 – Visitas da coordenação Diocesana as Paróquias e ao Zonal.
Artigo 2 – Encontro com a coordenação Diocesana com o Bispo da diocese.
Artigo 3 – Reunião da coordenação Diocesana trimestral.
Artigo 4 – A coordenação Diocesana, Zonal e Paroquial deve ter uma vivencia dentro da sua paróquia.
Artigo 5 – A participação dos homens é fundamental nos eventos Paróquias, Zonais e Diocesanos.
Artigo 6 – Um (01) retiro anual por Zonal.
Artigo 7 – Formação no primeiro semestre por Zonal.
Artigo 8 – Encontrão anual Diocesano.
Artigo 9 – Os padres devem orientar seus grupos no projeto Diocesano.
Artigo 10 – Os grupos precisam ter oração e ação.
Ø  Oração – Terço, Missa, Retiro, etc.
Ø  Ação – Mutirão, Visitas missionárias, etc.
Artigo 11 – Eleição de dois em dois anos para coordenação Paroquial e Zonal, podendo haver reeleição.
Artigo 12 – Eleição de três em três anos para coordenação Diocesana, podendo haver reeleição.
Artigo 13 – A eleição para coordenação Diocesana será eleita através da coordenação dos Zonais com total apoio do Bispo.
Artigo 14 – A eleição para a coordenação do Zonal será eleita através da coordenação das paróquias pertencente ao mesmo. Com o aval do padre coordenador do Zonal.
Artigo 15 – A eleição em nível Paroquial será eleita pelos próprios grupos.
Artigo 16 – A coordenação tanto Diocesana, Zonal e Paroquial será constituída pelo coordenador, vice-coordenador, 1° e 2° secretário, 1° e 2° tesoureiro.  
Artigo 17 – A taxa de inscrição para o encontrão será repassada 10% do valor total a coordenação Diocesana.
Artigo 18 – A coordenação dos grupos é restrita aos homens.
Artigo 19 – Os homens precisam assumir a sua missão: Ser batizado, sendo cristão (dizimista).
Artigo 20 – Sendo encontro Diocesano (encontrão) é indispensável às presenças do nosso Bispo e dos Padres.
Artigo 21 – O nosso ESTATUTO sendo aprovado pelo nosso Bispo e a Assembléia deverá ser respeitada por todas as Paróquias da nossa Diocese.

DIOCESE DE AMARGOSA
 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


AGENDA DA DIMENSÃO MISSIONÁRIA DIOCESANA 2014


v  22 de fevereiroEncontro com COMIDESanto Antonio de Jesus
v  08 de marçoEncontro com COMIPAS – Santo Antonio de Jesus
v  12 de abril Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 4 - Itatim
v  10 – maio Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 3 – Coração de Jesus ( Valença)
v  24 de maio Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 1 - Amargosa
v  12 de julhoEncontro com COMIDESão Benedito
v  13 de setembro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 4 - Itatim
v  27 de setembro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 2 – S. José do Andaiá
v  11 de outubro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 3 – Bom Jesus ( Valença)
v  25 de outubro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 1 – Amargosa
v  22 de novembro – Encontro com COMIDESanto Antonio de Jesus


ESTRUTURA MISSIONÁRIA DA IGREJA DO BRASIL


Organismos missionários em nível de Igreja católica:
• COMINA (Conselho Missionário Nacional)
COMIRE (Conselho Missionário Regional)
• COMIDIs (Conselhos Missionários Diocesanos)
• COMIPAs (Conselhos Missionários Paroquiais)
Dimensão Missionária: Bispo responsável e os assessores.


1. COMINA – Conselho Missionário Nacional

O Conselho Missionário Nacional (COMINA) é um organismo da Igreja católica no Brasil que tem como finalidade a animação, a formação, a organização e a cooperação missionária além-fronteiras das igrejas locais através de um serviço qualificado de assessoria, de coordenação e de projeto.

É formado:
• pelos bispos responsáveis pela dimensão missionária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
• pelos diretores das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e do Centro Cultural Missionário (CCM)
• pelos presidentes da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e da Pastoral dos Brasileiros no Exterior (PBE)
• pelos coordenadores dos Conselhos Missionários Regionais (COMIREs)
• pelos representantes de institutos missionários, de associações missionárias e da imprensa missionária.


2. COMIRE – Conselho Missionário Regional

O COMIRE é um organismo do Regional da CNBB formado por representantes das entidades missionárias que atuam no Regional e pelos coordenadores dos Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIs).
É formado por uma Equipe Executiva e por uma Assembleia Geral eletiva.
O Presidente da Equipe Executiva é o bispo responsável pela dimensão missionária. O Bispo referencial escolhe o Coordenador. Os demais membros são os quatro coordenadores dos Conselhos Missionários das Províncias (COMIPRO’s); Coord. da Infância e Adolescência Missionária (IAM); Coord. da Juventude Missionária (JM); Representante do Conselho Regional dos Religiosos do Regional (CRB); Representante da Pastoral Indigenista do Regional.

OBJETIVOS DO COMIRE
Organizar e realizar a animação, formação, organização e cooperação missionária em todos os níveis eclesiais do Regional.

Atribuições do COMIRE
Animar e ajudar as Igrejas Particulares para que descubram e assumam a responsabilidade de sua Vocação Missionária, dentro da “Nova Evangelização Inculturada”, aqui e além fronteiras.
Aprofundar a mística da Infância, Adolescência e Juventude Missionária.
Revitalizar o protagonismo dos leigos à luz das primeiras comunidades cristãs, fortalecendo a organização e a formação da dimensão missionária e da propagação da fé.
Manter contato com os Conselhos Missionários Diocesanos – COMIDI’s e assessorar os coordenadores diocesanos, procurando maior entrosamento com todas as Pastorais e Movimentos (cf. Cod. DC 791 e Doc. 40 da CNNB, nº 124).
Participar de eventos, assembleias e encontros do Regional.
Propiciar meios para uma Informação missionária aberta ao mundo.
Promover eventos de sensibilização e conscientização; Cooperação Missionária.
Criar e alimentar projetos missionários com Igrejas-Irmãs e Além Fronteiras.
Colaborar com outras comissões e instituições comprometidas com a ação missionária.

ATIVIDADES PERMANENTES
Convocar e Presidir Assembleia Anual do COMIRE com membros dos COMIDI’s e Organismos Missionários.
Em nível de Província: Visitar as Provinciais de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. Promover reuniões e encontros dos COMIPRO’s. Congressos Missionários, Seminários Missionários. Articular e animar a dimensão missionária em cada província Eclesiástica e nas dioceses.

FORMAÇÃO.
Incentivar a criação das Escolas Missionária Diocesana e encontros mensais de Formação Missionária.
Motivar a Campanha Missionária nas Dioceses e Comipros como fruto de generosidade, sacrifício e conversão.


3. COMIDI - Conselho Missionário Diocesano

É formado por um grupo de pessoas que tem o compromisso de ajudar a Igreja local a viver a dimensão missionária do seu batismo. É ao mesmo tempo “espaço e instrumento” privilegiado do compromisso missionário da Igreja diocesana. Como instrumento, ajuda a Igreja a viver a sua vocação missionária. Como espaço é chamado a experimentar em si mesmo essa realidade e depois testemunhá-la.

3.1  Finalidade do COMIDI

a. Articula a dimensão missionária na diocese e nas paróquias.
b. Mantém sempre viva a chama da missionariedade.
c. Faz com que a dimensão missionária perpasse todas as pastorais, movimentos.
d. Enriquece a vivência cristã com a espiritualidade missionária.
e. Estabelece prioridades e linhas de ação e animação missionária.
f. Conscientizar a diocese sobre projetos missionários da Igreja.
g. O COMIDI tem a finalidade de:
• ANIMAR – missionariamente a Igreja local
• INFORMAR – sobre a situação missionária da Igreja
• FORMAR – agentes missionários
• COOPERAR – com as necessidades de outras Igrejas
• ARTICULAR – a dimensão missionária com todas as forças da Igreja local

3.2  Estrutura do COMIDI

a. São membros do COMIDI:
• O bispo diocesano
• O coordenador (a) escolhido pelo bispo diocesano
• O secretário (a)
• Tesoureiro (a)
• O assessor (padre, religioso (a)) designado pelo bispo
• Representante dos COMIPAS
• Representante de outras pastorais
• Representante das Congregações missionárias

3.3Tarefas do COMIDI

a. Formação dos Comipas nas paróquias;
b. Fazer conhecer as iniciativas missionárias existentes na diocese;
c. Promover momentos de formação;
d. Informar sobre a situação missionária da Igreja no mundo inteiro;
e. Procurar novos caminhos de presença missionária;
f. Manter contato com os missionários diocesanos além fronteiras;
g. Valorizar e acolher os carismas missionários presentes na diocese;
h. Fazer com que dimensão missionária norteie todas as pastorais diocesanas;
i. Colaborar com as forças missionárias ou que tem a ver com a atividade missionária;
j. Animar a Campanha missionária;
k. Ir ao encontro dos que não conhecem a Palavra de Deus.
l. Incentivar as revistas missionárias;
m. Promover orações missionárias;
n. Implantar a Infância Missionária, a Juventude Missionária;


COMIPA
Conselho Missionário Paroquial


MISSÃO DO COMIPA:

Para dentro da paroquia:
Despertar, motivar e levar todos os grupos, movimentos e as pastorais á sua responsabilidade missionaria;
Para Fora da Paroquia:
 Fazer sair do recinto paroquial e chegar a todas as pessoas abandonadas pela paroquia e aquelas que sua pastoral ordinária não consegue atingir.


O QUE É O COMIPA?

  • COMIPA é um organismo que impulsiona de forma permanente a ação missionaria paroquial
  • É formado por um grupo de pessoas que animam consciência missionaria na paroquia.
  • Não é uma nova pastoral ou movimento.
  • A presença do COMIPA em uma paroquia não significa uma atividade e mais.
  • O COMIPA é um instrumento de reorganização da mentalidade paroquial.
  •  
POR QUE CRIAR O COMOPA?

  • O COMIPA torna-se o ponto de referência do aspecto missionário na paroquia e o estimulo permanente a fim de que a paroquia viva seu compromisso com o anuncio do evangelho com dimensão essencial da vida da igreja.
  • Existe para articular dimensão missionaria na paroquia e fortalecer sua organização e ação missionaria.

É necessário criar e organizar, em nossas paroquias, conselhos missionários paroquiais que avivarão o espirito missionário de nossa ação pastoral, promovendo atitudes e iniciativas de auto avaliação e coragem para mudar o que é necessário, visando á conversão pastoral e a renovação das paroquias. As Igrejas Locais insiram a animação missionaria como elemento primordial de sua ação ordinária. (cf. RMi 83).

QUEM  COMPÕE O COMIPA?

·    O pároco. Ele é o responsável direto.
·    O coordenador.  É bom que seja membro do conselho pastoral.
·    O secretario.
·    Uma equipe – um grupo de pessoas da comunidade pastoral, sensíveis pela comunidade missionaria da igreja: representadores, membros de comunidades existentes na paroquia.

Os melhores esforços da Igreja devem ser empregados na convocação e na formação de missionários. Só através da multiplicação deles podemos chegar a responder as exigências missionarias do momento atual (Dep. 174)
A igreja nasce da missão e existe para a missão. Existe para os outros e precisa ir a todos (EN 14).

PARA QUE EXISTE O COMIPA?
1.    Coordenar a ação missionaria paroquial, promovendo a integração de todas as pastorais, grupos e movimentos envolvendo-os na missão;
2.    Articular a dimensão missionaria como prioridade junto ao conselho de pastoral e econômico
3.    Planejar, promover e avaliar inciativas e atividades missionários que devem perpassar todos os setores da paróquia;
4.    Planejar e propor estratégias para animação missionaria a partir de todas as pastorais, grupos e movimentos;
5.    Incentivar, promover e realizar formação missionaria dos agentes de pastoral;
6.    Incentivar e ajudar a paroquia na implantação e fortalecimento dos organismos missionários: Infância e adolescência missionaria (IAM), Juventude Missionaria (JM), etc.
7.    Informar a paróquia sobre as atividades do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), trabalhando em espirito de comunhão e colaboração com o mesmo.

COMO ARTICULAR O COMIPA?
·      Identificar as iniciativas de animação missionaria já realizadas em sua paroquia:
·      Enfatize a importância da dimensão missionaria na vida pastoral, litúrgica, catequética, administrativa da paroquia;
·      Ofereça formações missionaria para todos os paroquianos com o intuito de fortalecer a identidade missionaria da paroquia;
·      Convoque representantes das comunidades, pastorais e grupos responsáveis pelos dinamismos missionários para refletir sobre o tema: “Paroquia, rede missionaria de comunidade”;
·      Nesse encontro procure formar o COMIPA considerando a necessidade de que ele seja representativo e dinamizador da missão na paroquia;
·      Apresente o COMIPA à comunidade paroquial na celebração dominical;
·      Realize encontros (Semanais ou quinzenais) com o COMIPA para entrosamento afetivo, vivencia espiritual, formação, planejamento, avaliação e celebração;
·      O pároco procure participar dos encontros do COMIPA;
·      O COMIPA realize suas atividades com plano Diocesano de Pastoral:
·      O COMIPA busque agir do modo transversal (perpassando todas as instâncias da paroquia), englobante (envolvendo a todos) e envolvente (Dinâmico);
·      As ações do COMIPA sejam articuladas e realizadas a partir do método VER, JULGAR, AGIR, AVALIAR, CELEBRAR.


PROPOSTA DE TRABALHO DO COMIPA


O COMIPA tem uma proposta de trabalho que contemple os seguintes pontos:

  1. O que fazer (ações, organização, planejamento);
  2. Como fazer (passos, estratégias);
  3. Quem vai fazer (responsáveis, agentes);
  4. Com que fazer (recursos, investimentos);
  5. Quando fazer (lugar, ambiente);


COMO O COMIPA DEVE ATUAR?

ü Manter reuniões mensais de formação, partilha, vivencia e atualização dos membros;
ü Estar presentes e participar em alguns encontros dos grupos, pastorais e movimentos da paroquia, subsidiando-os para manterem presentes, em suas atividades e eventos, a dimensão missionaria;
ü Promover cursos e retiros de formação missionaria;
ü Promover a espiritualidade missionaria (Oração e vigílias missionarias, Hora Santa, etc);
ü Assumir e animar a Campanha Missionaria, o mês de outubro;
ü Elaborar o cronograma de ação missionaria em sintonia com o COMIDI;
ü Organizar ações missionarias na paroquia: visitas, jornadas, tríduos, semanas missionarias;
ü Veicular noticias missionarias nos informativos, murais, sites, blogs da paroquia, nas rádios comunitárias, etc.;
ü Propagar imprensa e subsídios missionários.




DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


AVALIAÇÃO DO ANO DE 2014
DIOCESE DE AMARGOSA


ENCONTRÃO DIOCESANO COM TERÇO DOS HOMENS
MEDIA DE 1650 HOMENS
23 PAROQUIAS


ENCONTRO COM COORDENADORES DO TERÇO COM HOMES

  
ENCONTRO DO COMIDE

ENCONTRO DO COMIPAS
                                                                  


CONFECÇÃO DO BOLETIM IMFORMATIVO DIOCESANO



DIOCESE DE AMARGOSA

 “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações,
e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


AVALIAÇÃO DO ANO DE 2014
DIOCESE DE AMARGOSA


RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO
Assembleia do COMIRE NE 3 - Alagoinhas, 05-07 de setembro de 2014

1.    Existe, em sua diocese, o Conselho Missionário Diocesano (COMIDI)?
R – SIM

2.    Existem, em sua diocese, Conselhos Missionários Paroquiais (COMIPAs)?
R – EM ALGUMAS PARÓQUIAS SIM

3.    Quais iniciativas foram realizadas, pelo COMIDI da sua Diocese, em 2014, em vista da formação e animação missionária?
ü 22 de fevereiroEncontro com COMIDESanto Antonio de Jesus
ü 08 de marçoEncontro Diocesano com COMIPAS – Santo Antonio de Jesus
ü 12 de abril Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 4 – Itatim
ü 10 – de maio Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 3 – Coração de Jesus (Valença)
ü 24 de maio Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 1 – Amargosa
ü 12 de julhoEncontro com COMIDESão Benedito
ü 13 de setembro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 4 – Itatim
ü 20 e 21 de setembro – Encontro de espiritualidade e formação para Apostolado da Oração e Movimentos Marianos
ü 27 de setembro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 2 – S. José do Andaiá
ü 11 de outubro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 3 – Bom Jesus (Valença)
ü 25 de outubro Encontro da Dimensão Missionária com COMIPAS – Zonal 1 – Amargosa
ü Encontro de Formação com presidência do Apostolado da Oração e Movimentos Marianos
ü Encontro de Espiritualidade com presidência do Apostolado da Oração e Movimentos Marianos
ü Encontro com Coordenadores de Grupo de Homens
ü Encontrão com homens a nível de Zonal
ü Encontrão Diocesano com homens
ü Confecção de Material de Formação
ü Confecção de Boletim Informativo

4.    Quais iniciativas foram realizadas, no nível da Região Pastoral da qual sua diocese faz parte, em 2014, em vista da formação e animação missionária?
R – NÃO TIVEMOS

5.    Existe, em sua diocese, Infância, Adolescência e Juventude Missionária (IAM e JM)? Caso exista, nomeie as paróquias.
R – NÃO
6.    Caso Você seja coordenador da IAM, JM, FM (Famílias Missionárias) ou IM (Idosos Missionários), quais iniciativas foram realizadas, em 2014, em vista da formação e animação missionária?


7.    Como foi vivenciado o Mês Missionário e a Campanha Missionária 2013, em sua diocese/grupo/organismo? O material das Pontifícias Obras Missionárias (POM) foi usado?
R – O MATERIAL FOI MUITO USADO E CAMPANHA FOI FEITA COM SUCESSO

8.    Informe, por favor, os dados do site, blog, facebook, usados pela sua diocese, pelo COMIDI ou organismo.
dimensaomissionariaamargosa@hotmail.com

9.    Caso há missionários da sua diocese (padres, religiosos/as, leigos) trabalhando em outras dioceses no Brasil ou ad gentes, informe, por favor, os dados deles (nome completo, endereço, fone, e-mail)
R – TEMOS SACERDOTES QUE ESTÃO ESTUDANDO: Italia

10.              Quais atividades missionárias, eventos, encontros já estão agendados, no planejamento para 2015, na sua diocese/grupo/organismo?
R – AS NOSSAS DATAS SÃO CONFIRMADAS NA ASSEMBLÉIA DIOCESANA

11.              Que tipo de ajuda, da parte do COMIRE, necessita sua diocese/grupo/organismo em vista da formação e animação missionária em 2015?
R – ENCONTROS DE FORMAÇÃO E ESPIRITUALIDADE

Nome completo de quem preencheu o Questionário: Padre Valter de Menezes Moura
Nome da diocese ao qual pertence: Diocese de Amargosa
Responsabilidade exercida: Pároco
Endereço: Praça Cônego José Lourenço s/n
Telefone: 75 3828 3466   -   8802 4007
E-mail: valter.mm@hotmail.com
O Questionário respondido encaminhar, por favor, para o e-mail: comire.ne3@gmail.com



Pe. Valter de Menezes Moura
DIOCESE DE AMARGOSA


CONVITE

Assembleia do COMIRE NE 3 - Alagoinhas, 05-07 de setembro de 2014

Pe. Valter
Saudações.
A Assembleia vai acontecer no Centro Diocesano que fica na Rua Manoel Vitorino, 368, no bairro Teresópolis. Eu também não conheço a cidade, mas dizem que não fica muito longe do centro da cidade. No caso de necessidade, ao chegar na cidade, pode ligar para mim: 71 - 9156-6644 ou 71 9736-9255 ou para Dom Paulo 75-9999-4900.
Um abraço
Pe. Antônio
CONVITE

Assembleia do COMIRE NE 3 - Alagoinhas, 05-07 de setembro de 2014

Prezado coordenador do Conselho Missionário Diocesano
Cordiais saudações.
Escrevo esta mensagem para lhe lembrar sobre um evento de grande importância para o nosso Regional NE3: a Assembleia Anual do Conselho Missionário Regional (COMIRE).
Conforme a correspondência que enviei para o Senhor, algumas semanas atrás, ela acontecerá em Alagoinhas, nos dias 05-07 de setembro.
Trata-se de uma Assembleia muito especial pelos seguintes motivos:
a) por ser realizada no ano em que, conforme as Conclusões da 51ª Assembleia Regional de Pastoral, devemos implantar (onde não existem ainda) ou fortalecer (onde já existem) os Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIs);
b) por acontecer a poucas semanas do 1º Simpósio Missionário Regional (17-19 de outubro);
c) por ter como assessora a Ir. Dirce Gomes da Silva (assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e Secretaria Executiva do COMINA).
Na Assembleia, além da Equipe do COMIRE, devem participar os Coordenadores dos Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIs). É com esse grupo de pessoas que se faz avaliação do passado e se planeja o futuro da animação e ação missionária no Regional. Por isso, a presença deles nesse evento é tão importante; com eles é que nós podemos tomar decisões que interessam a todos.
Por isso, peço que o Senhor faça todo o esforço possível para participar da Assembleia. No caso da impossibilidade de participar, por favor faça o possível para que a diocese seja representada por alguém que está engajado na animação e ação missionária da mesma.  
Gostaria de pedir também, em razão da logística, que a participação na Assembleia fosse confirmada via e-mail (comire.ne3@gmail.com) ou pelo telefone: Pe. Antônio (071) 3328-7461/9156-6644 (TIM).
Na certeza que o Espírito Santo nos sustenta na missão, o aguardamos na nossa Assembleia.
Pe. Antônio Niemiec CSsR
Coordenador do COMIRE



COMIRE
Av. Leovigildo Filgueiras, 270 - Garcia
40100-000 Salvador-BA

Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. [...]   Saiamos, saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo!
(Papa Francisco, Evangelii Gaudium, nº 49)

Convocação da Assembleia Geral do COMIRE NE 3

Prezado coordenador do COMIDI

O Conselho Missionário Regional (COMIRE) vem, através desta comunicação, convocar                      a Dimensão  Missionária, presente em  nossas Igrejas particulares do Regional NE, para reunir-se em Assembleia Geral.
Trata-se de uma Assembleia muito especial pelos seguintes motivos:
ü  por ser realizada no ano em que, conforme as Conclusões da 51ª Assembleia Regional de Pastoral, devemos implantar (onde não existem ainda) ou fortalecer (onde já existem) os Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIs);
ü  por acontecer a poucas semanas do 1º Simpósio Missionário Regional (17-19 de outubro);
ü  por constituir a preparação para o 1º Congresso Missionário Regional (outubro 2015);
ü  por ter como assessora a Ir. Dirce Gomes da Silva (assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e Secretaria Executiva do COMINA).
Participantes: Equipe Executiva do COMIRE (bispo referencial, coordenador, secretário, tesoureira), Coordenadores dos Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIs), Coordenadores Estaduais (Bahia e Sergipe) da Infância, Adolescência, Juventude, Famílias e Idosos Missionários, Representantes dos Conselhos Missionários do Seminário (COMISE).
Data: 05-07 de setembro (início, 6ª-feira, às 12.00h; o encerramento, domingo, às 12.00h).
Local: Centro Diocesano (Alagoinhas-BA)
Endereço: Rua Manoel Vitorino, 368 – Teresópolis
Telefone: (75) 3181-3646
Tema: Nova Evangelização para a transmissão da fé e a Evangelii Gaudium.
Assessora: Ir. Dirce Gomes da Silva.
Taxa de participação será diferenciada, como ajuda nas despesas:
R$ 70.00 por pessoa, para os representantes das Regiões Pastorais: 1 (Salvador, Alagoinhas, Camaçari e Amargosa); 2 (Aracaju, Propriá e Estância) e 3 (Feira de Santana, Irecê, Serrinha, Paulo Afonso, Rui Barbosa, Juazeiro e Senhor do Bomfim).
R$ 50.00 por pessoa, para os representantes das Regiões Pastorais: 4 (Vitória da Conquista, Caetité, Jequié e Livramento), 5 (Barreiras, Bom Jesus da Lapa e Barra), 6 (Ilhéus, Itabuna, Eunápolis e Teixeira de Freitas).
Metodologia do trabalho. A Assembleia tem duas funções: avaliar o passado e planejar o futuro. Para fazer uma boa avaliação e o planejamento, encaminhamos o QUESTIONÁRIO a ser respondido, por escrito, e enviado antecipadamente para a coordenação do COMIRE (comire.ne3@gmail.com). 
O Questionário deve ser respondido pelo coordenador do COMIDI. Caso o COMIDI não exista ainda, pedimos que seja respondido por alguém que vai participar da Assembleia e tem um conhecimento da caminhada missionária da diocese. As respostas do Questionário serão também apresentadas pelos participantes em plenário da Assembleia.
Material missionário. Pedimos, se possível, que cada participante traga material missionário, utilizado em sua diocese/paróquia: livros, informativos, boletins, cartazes, fotos com legenda, DVD, etc., para uma exposição que ficará durante a Assembleia e para o arquivo do COMIRE.
Favor confirmar, até o dia 30 de agosto, a participação na Assembleia. A informação pode ser comunicada via e-mail (comire.ne3@gmail.com) ou pelo telefone: Pe. Antônio (071) 3328-7461/9156-6644 (TIM).
Na certeza que o Espírito Santo nos sustenta na missão, desejamos um feliz e frutuoso trabalho missionário, contando com sua presença em nossa Assembleia.
Saudações fraternas –

             
Dom Paulo Romeu Dantas Bastos                     Pe. Antônio Niemiec CSsR
(Bispo referencial)                                  (Coordenador do COMIRE)






Salvador, 30 de junho de 2014

COMIRE

Av. Leovigildo Filgueiras, 270 - Garcia
40100-000 Salvador-BA

Assembleia do COMIRE NE 3
Alagoinhas, 05-07 de setembro de 2014
Nova Evangelização para a transmissão da fé e Evangelii Gaudium
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO
1.      Existe, em sua diocese, o Conselho Missionário Diocesano (COMIDI)?
2.      Existem, em sua diocese, Conselhos Missionários Paroquiais (COMIPAs)?
3.      Quais iniciativas foram realizadas, pelo COMIDI da sua Diocese, em 2014, em vista da formação e animação missionária?
4.      Quais iniciativas foram realizadas, no nível da Região Pastoral da qual sua diocese faz parte, em 2014, em vista da formação e animação missionária?
5.      Existe, em sua diocese, Infância, Adolescência e Juventude Missionária (IAM e JM)? Caso exista, nomeie as paróquias.
6.      Caso Você seja coordenador da IAM, JM, FM (Famílias Missionárias) ou IM (Idosos Missionários), quais iniciativas foram realizadas, em 2014, em vista da formação e animação missionária?
7.      Como foi vivenciado o Mês Missionário e a Campanha Missionária 2013, em sua diocese/grupo/organismo? O material das Pontifícias Obras Missionárias (POM) foi usado?
8.      Informe, por favor, os dados do site, blog, facebook, usados pela sua diocese, pelo COMIDI ou organismo.
9.      Caso há missionários da sua diocese (padres, religiosos/as, leigos) trabalhando em outras dioceses no Brasil ou ad gentes, informe, por favor, os dados deles (nome completo, endereço, fone, e-mail)
10.  Quais atividades missionárias, eventos, encontros já estão agendados, no planejamento para 2015, na sua diocese/grupo/organismo?
11.  Que tipo de ajuda, da parte do COMIRE, necessita sua diocese/grupo/organismo em vista da formação e animação missionária em 2015?

Nome completo de quem preencheu o Questionário:
Nome da diocese ao qual pertence:
Responsabilidade exercida:
Endereço:
Telefone:
E-mail:
O Questionário respondido encaminhar, por favor, para o e-mail: comire.ne3@gmail.com

COMIRE
Av. Leovigildo Filgueiras, 270 - Garcia
40100-000 Salvador-BA
Assembleia do COMIRE NE 3
Alagoinhas, 05-07 de setembro de 2014
Nova Evangelização para a transmissão da fé e Evangelii Gaudium
Programação
6ª-feira:
De manhã: Acolhida, acomodação,
12:00 – Almoço,
14:00 – Momento de oração. Abertura oficial, boas-vindas aos participantes e motivação para a Assembleia (Dom Paulo).
14:30 – Apresentação dos participantes.
15:15 – Proposta da programação. Caminhada do COMIRE em 2014 (Pe. Antônio).
15:30 – Lanche,
16:00 –  Avaliação da animação missionária nas dioceses e Regiões Pastorais: apresentação das respostas ao QUESTIONÁRIO (Pe. Antônio).
17:30 – Preparação para a celebração
18:00 –  Celebração da Eucaristia (Dom Paulo),
19:00 – Jantar,
20:30 – Avaliação da animação missionária nas dioceses e Regiões Pastorais: apresentação das respostas ao QUESTIONÁRIO – continuação (se necessário).
Sábado:
07:00 – Oração (seminaristas de Alagoinhas)
07:30 – Café da manhã,
08.30 – 1º momento da assessora
10:00 – Lanche,
10:30 – 2º momento da assessora
11:15 – Trabalho em grupos a partir do conteúdo apresentado pela assessora
12:00 - Almoço,
14:00 – 3º momento da assessora
15:30 – Lanche,
16:00 - Fórum de discussão e partilha a partir do trabalho em grupos
17:30 – Preparação para a celebração
18:00 – Celebração da Eucaristia (Dom Paulo),
19:00 – Jantar,
20:30 – Testemunhos missionários
Domingo:
07:00 – Celebração da Eucaristia (Dom Paulo),
08:00 – Café da manhã,
08:45 – Avaliação e revisão do Plano de Animação Missionária do COMIRE 2014-2015. Avisos e comunicações.
10:15 – Lanche,
10:45  Avaliação da Assembleia,
11:30  Celebração de envio missionário (seminaristas de Alagoinhas),

12:00 – Almoço.
     

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