sábado, 30 de julho de 2016

SEGUNDO ENCONTRO DIOCESANO DA PASTORAL DO DÍZIMO

Jutay Rebouças     11:21     No comments



Local: Centro Comunitário São Benedito Paróquia São Benedito Santo Antônio de Jesus Bahia
Dia 29 e 30 de julho de 2016

Encontro presidido pelo Padre José Roberto 

Oração conduzida pela equipe de diocesana “não podemos servir a Deus e ao dinheiro” formação com palestrante André Luiz Moreira dos Santos ­– da Comunidade de vida e Jesus Estrela Guia – ele faz parte da comissão no Regional Nordeste 3 tem 17 anos de experiência na Pastoral do dízimo.
 Começa sua palestra dizendo “Dízimo um ação de Misericórdia” com referência ao ano da misericórdia que nós estamos vivendo. Anuncia para nós o novo documento da CNBB de número 106, que trata da pastoral do dízimo e menciona e também o estudo do documento número 8 da CNBB. No tópico proposta para a nova pastoral André afirma que: “equipe do dízimo é uma coisa e Pastoral do dízimo é outra”, pois segundo ele a equipe cuida de captação de recursos enquanto a Pastoral cuida dos dizimistas, ou seja, “Pastoral cuida de gente”. Reflete ainda sobre a mudança de entendimento que a CNBB tem a respeito do dízimo. Dizendo que dízimo não é devolução, mas contribuição.
É afirmado pelo palestrante que “o Dízimo é de Deus não é para Deus nem para a Igreja, o dízimo é para o dizimista para a missão” ele falou isso para desmistificar o entendimento de muitos que pensam que o dízimo é para Deus quando é de Deus para o próprio dizimista.
André ainda afirma que o dízimo é um ato de fé, pois “dinheiro qualquer pessoa pode dá, dízimo só contribui quem tem Fé”. Haja vista que, somente quem tem fé e verdadeiro amor é capaz de fazer uma profunda experiência com o dízimo, porquanto para que o dízimo seja uma autêntica experiência de amor é necessário que doa, ou seja, se o dízimo não faz diferença naquilo que eu tenho, ou não há esforço para a contribuição então não é Dízimo, é uma ajuda. Conforme a expressão de André na contribuição de Caim e Abel – agradou mais a Deus – aquele que deu de suas Primícias, portanto dízimo não pode ser a última coisa que sobra, mas, dízimo tem que ser as premissas daquilo que possuímos.
 Qual é a finalidade do dízimo? O fim último do dízimo é a pessoa humana “dízimo é meio o fim é você" ainda diz o seguinte. Dessa forma em Serra o Primeiro momento.
No segundo momento André fala da necessidade da reorganização das equipes do dízimo. Segunda proposta de André a quantidade de participantes da Pastoral do dízimo deve ser 10% com relação ao número de dizimistas para melhor entendimento 1000 dizimista para 100 membros da pastoral do dízimo.
  A equipe diocesana do dízimo disponibiliza uma apostila com o título: DÍZIMO ORIENTAÇÕES E PROPOSTAS a qual em breve estaremos disponibilizando aqui no site para download.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Papa Francisco: “Queridos jovens, finalmente nos encontramos!”

Jutay Rebouças     05:00     No comments


Queridos jovens, boa tarde!
Finalmente encontramo-nos…! Obrigado por esta calorosa receção! Agradeço ao Cardeal Dziwisz, aos bispos, aos sacerdotes, aos religiosos, aos seminaristas e a todos queles que vos acompanham. Obrigado a quantos tornaram possível a nossa presença aqui, hoje, que «desceram em campo» para que pudéssemos celebrar a fé.
Nesta sua terra natal, quero agradecer especialmente a São João Paulo II, que sonhou e deu impulso a estes encontros. Do céu, ele nos acompanha vendo tantos jovens pertencentes a povos, culturas, línguas tão diferentes animados por um único motivo: celebrar Jesus que está vivo no meio de nós. E dizer que está vivo é querer renovar o nosso desejo de O seguir, o nosso desejo de viver com paixão o seu seguimento. E qual ocasião melhor para renovar a amizade com Jesus do que ao reforçar a amizade entre vós? Qual modo melhor para reforçar a nossa amizade com Jesus do que partilhá-la com os outros? Qual maneira melhor para viver a alegria do Evangelho do que querer «contagiar», com a sua Boa Nova, a tantas situações dolorosas e difíceis?
Jesus é Aquele que nos convocou para esta trigésima primeira Jornada Mundial da Juventude; é Ele que nos diz: «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7). Felizes são aqueles que sabem perdoar, que sabem ter um coração compassivo, que sabem dar o melhor de si mesmos aos outros.
Queridos jovens, nestes dias, a Polónia veste-se de festa; nestes dias, a Polónia quer ser o rosto sempre jovem da Misericórdia. A partir desta terra, convosco e unidos também a muitos jovens que, vendo-se impossibilitados de estar aqui hoje, nos acompanham através dos vários meios de comunicação, todos juntos faremos desta Jornada uma verdadeira Festa Jubilar.
Nos meus anos de bispo, aprendi uma coisa: não há nada mais belo do que contemplar os anseios, o empenho, a paixão e a energia com que muitos jovens abraçam a vida. Quando Jesus toca o coração dum jovem, duma jovem, estes são capazes de ações verdadeiramente grandiosas. É estimulante ouvi-los partilhar os seus sonhos, as suas questões e o seu desejo de opor-se a quantos dizem que as coisas não podem mudar. É um dom do céu poder ver muitos de vós que, com as vossas questões, procurais fazer com que as coisas sejam diferentes. É bonito e conforta-me o coração ver-vos assim exuberantes. Hoje a Igreja olha-vos e quer aprender de vós, para renovar a sua confiança na Misericórdia do Pai que tem o rosto sempre jovem e não cessa de nos convidar para fazer parte do seu Reino.
Conhecendo a paixão que pondes na missão, ouso repetir: a misericórdia tem sempre o rosto jovem. Porque um coração misericordioso tem a coragem de deixar a comodidade; um coração misericordioso sabe ir ao encontro dos outros, consegue abraçar a todos. Um coração misericordioso sabe ser um refúgio para quem nunca teve uma casa ou perdeu-a, sabe criar um ambiente de casa e de família para quem teve de emigrar, é capaz de ternura e compaixão. Um coração misericordioso sabe partilhar o pão com quem tem fome, um coração misericordioso abre-se para receber o refugiado e o migrante. Dizer misericórdia juntamente convosco é dizer oportunidade, dizer amanhã, compromisso, confiança, abertura, hospitalidade, compaixão, sonhos.
Quero também confessar-vos outra coisa que aprendi nestes anos. Entristece-me encontrar jovens que parecem «aposentados» antes do tempo. Preocupa-me ver jovens que desistiram antes do jogo; que «se renderam» sem ter começado a jogar; que caminham com a cara triste, como se a sua vida não tivesse valor. São jovens essencialmente chateados… e chatos. É duro, e ao mesmo tempo interpela-nos, ver jovens que deixam a vida à procura da «vertigem», ou daquela sensação de se sentir vivos por vias obscuras que depois acabam por «pagar»… e pagar caro. Dá que pensar quando vês jovens que perdem os anos belos da sua vida e as suas energias correndo atrás de vendedores de falsas ilusões (na minha terra natal, diríamos «vendedores de fumaça») que vos roubam o melhor de vós mesmos.
Por isso, queridos amigos, estamos aqui reunidos para nos ajudarmos uns aos outros, porque não queremos deixar que nos roubem o melhor de nós mesmos, não queremos permitir que nos roubem as energias, a alegria, os sonhos com falsas ilusões.
Queridos amigos, pergunto-vos: Para a vossa vida quereis aquela «vertigem» alienante, ou quereis sentir a força que vos faça sentir vivos, plenificados? Vertigem alienante ou força da graça? Para ser plenificados, para ter uma força renovada, há uma resposta: não é uma coisa, não é um objeto; é uma pessoa e está viva, chama-se Jesus Cristo.
Jesus Cristo é aquele que sabe dar verdadeira paixão à vida, Jesus Cristo é aquele que nos leva a não nos contentarmos com pouco e a dar o melhor de nós mesmos; é Jesus Cristo que nos interpela, convida e ajuda a erguer-nos sempre que nos damos por vencidos. É Jesus Cristo que nos impele a levantar o olhar e sonhar a altitude.
No Evangelho, ouvimos narrar que Jesus, indo a caminho de Jerusalém, se deteve numa casa – a casa de Marta, Maria e Lázaro – que O acolhe. Passando por lá, entra em casa para estar com eles; as duas mulheres acolhem Aquele que sabem ser capaz de comover-Se. Por vezes as inúmeras ocupações fazem-nos ser como Marta: ativos, distraídos, sempre a correr daqui para ali… mas há vezes também que somos como Maria: à vista duma bela paisagem, ou dum vídeo que um amigo nos envia ao telemóvel, paramos a refletir, a escutar. Nestes dias da JMJ, Jesus quer entrar na nossa casa; dar-Se-á conta das nossas preocupações, da nossa pressa, como fez com Marta… e esperará que O escutemos como Maria: que, no meio de todas as tarefas, tenhamos a coragem de nos confiarmos a Ele. Que sejam dias para Jesus, dedicados a ouvi-Lo, a recebê-Lo nas pessoas com quem partilho a casa, a rua, o grupo ou a escola.
E quem acolhe Jesus, aprende a amar como Jesus. Então pergunta-nos se queremos uma vida plena: Queres uma vida plena? Começa a deixar-te mover à compaixão! Porque a felicidade germina e desabrocha na misericórdia. Esta é a sua resposta, este é o seu convite, o seu desafio, a sua aventura: a misericórdia. A misericórdia tem sempre um rosto jovem; como o de Maria de Betânia, sentada aos pés de Jesus como discípula, que gosta de escutar, porque sabe que ali está a paz. Como o rosto de Maria de Nazaré, de tal modo lançada com o seu «sim» na aventura da misericórdia, que será chamada bem-aventurada por todas as gerações, chamada por todos nós «a Mãe da Misericórdia».
Agora, todos juntos, peçamos ao Senhor: Lançai-nos na aventura da misericórdia! Lançai-nos na aventura de construir pontes e derrubar muros (cercas e arame farpado); lançai-nos na aventura de socorrer o pobre, quem se sente sozinho e abandonado, quem já não encontra sentido para a sua vida. Impele-nos, como a Maria de Betânia, para a escuta daqueles que não compreendemos, daqueles que vêm de outras culturas, outros povos, mesmo daqueles que tememos porque julgamos que nos podem fazer mal. Fazei que voltemos o nosso olhar, como Maria de Nazaré para Isabel, para os nossos idosos a fim de aprender com a sua sabedoria.
Eis-nos aqui, Senhor! Enviai-nos a partilhar o vosso Amor Misericordioso. Queremos acolher-Vos nesta Jornada Mundial da Juventude, queremos afirmar que a vida é plena quando é vivida a partir da misericórdia; esta é a parte melhor que nunca nos será tirada.


quinta-feira, 28 de julho de 2016

TEMA 2. A Revelação

Jutay Rebouças     04:54     No comments


Deus se revelou como ser pessoal, através da história da salvação, criando e educando um povo para que fosse o guardião de sua Palavra e para preparar nele a Encarnação de Jesus Cristo.


1. Deus Se revela aos homens
“Aprouve a Deus, na sua bondade e sabedoria, revelar-se a Si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade (cf. Ef 1, 9), segundo o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cf. Ef 2, 18; 2Pd 1, 4). Em virtude desta revelação, Deus invisível (cf. Cl 1, 15; 1Tm 1, 17), na riqueza do seu amor fala aos homens como amigos (cf. Ex 33, 11; Jo 15, 14-15) e convive com eles (cf. Br 3, 38), para convidá-los e admiti-los à comunhão com Ele"[1] (cf.Catecismo, 51).
A revelação de Deus tem como seu primeiro passo a criação, onde Ele oferece um perene testemunho de Si mesmo[2] (cf. Catecismo, 288). Através das criaturas, Deus Se manifestou e Se manifesta aos homens de todos os tempos, fazendo-os conhecer sua bondade e suas perfeições. Entre estas, o ser humano, imagem e semelhança de Deus, é a criatura que, em maior grau, revela a Deus. Entretanto, Deus quis revelar-Se como Ser pessoal, através da história da salvação, criando e educando um povo para que fosse guardião de sua Palavra, dirigida aos homens, e para preparar nele a Encarnação de seu Verbo, Jesus Cristo[3] (cf. Catecismo, 54-64). N'Ele, Deus revela o mistério de sua vida trinitária: o projeto do Pai de recapitular em seu Filho todas as coisas e de escolher e adotar a todos os homens como filhos, em seu Filho (cf. Ef 1, 3-10; Cl 1, 13-20), reunindo-os para participar de sua eterna vida divina por meio do Espírito Santo. Deus Se revela e cumpre seu plano de salvação mediante as missões do Filho e do Espírito Santo na história[4].
São conteúdos da Revelação tanto as verdades naturais, que o ser humano poderia conhecer também mediante a razão somente, como as verdades que excedem a razão humana e que podem ser conhecidas somente pela livre e gratuita bondade com que Deus Se revela. O objeto principal da revelação divina não são verdades abstratas sobre o mundo e o homem: seu núcleo substancial é o oferecimento por parte de Deus do mistério de sua vida pessoal e o convite para tomar parte nela.
A Revelação divina se realiza com palavras e obras; é, de modo inseparável, mistério e evento; manifesta ao mesmo tempo uma dimensão objetiva (palavra que revela verdade e ensinamentos) e subjetiva (palavra pessoal que oferece testemunho de si e convida ao diálogo). Esta Revelação, portanto, compreende-se e se transmite como verdade e como vida[5] (cf. Catecismo, 52-53).
Além das obras e dos sinais externos com os quais Se revela, Deus concede o impulso interior de sua graça para que os homens possam aderir com o coração às verdades reveladas (cf. Mt 16, 17; Jo 6, 44). Esta íntima revelação de Deus aos corações dos fieis não deve ser confundida com as “revelações privadas", as quais, ainda que sejam acolhidas pela tradição de santidade da Igreja, não transmite nenhum conteúdo novo e original, mas recordam aos homens a única revelação de Deus realizada em Jesus Cristo, e exortam a pô-la em prática (cf. Catecismo, 67).
2. A Sagrada Escritura, testemunho da Revelação
O povo de Israel, sob inspiração e mandato de Deus, no decorrer dos séculos, pôs por escrito o testemunho da Revelação de Deus em sua história, relacionando-a diretamente com a revelação do único e verdadeiro Deus, feita aos nossos Pais. Através da Sagrada Escritura, as palavras de Deus se manifestam com palavras humanas, até assumir, no Verbo Encarnado, a própria natureza humana. Além das Escrituras de Israel, acolhidas pela Igreja, e conhecidas como Antigo ou Primeiro Testamento, os Apóstolos e os primeiros discípulos também puseram por escrito o testemunho da Revelação de Deus, tal e como se realizou em seu Verbo, de cuja vida terrena foram testemunhas, de modo particular do mistério pascal de sua morte e ressurreição, dando assim origem ao Novo Testamento.
A verdade segundo a qual o Deus, de quem as Escrituras de Israel dão testemunho, é o único e verdadeiro Deus, criador do céu e da terra, põe-se em evidência, em particular nos “livros sapienciais". Seu conteúdo supera os limites do povo de Israel para suscitar o interesse pela experiência comum do gênero humano diante dos grandes temas da existência, desde o sentido do cosmos até o sentido da vida do homem (Sabedoria); desde as interrogações sobre a morte e o que vem depois dela, até o significado da atividade humana sobre a terra (Qohélet - Eclesiastes); desde as relações familiares e sociais até a virtude que deve regulá-las, para viver segundo os planos de Deus criador e alcançar assim a plenitude da própria humanidade (Provérbios, Eclesiástico etc.).
Deus é o autor da Sagrada Escritura, que os autores sagrados (hagiógrafos), também eles autores do texto, redigiram sob a inspiração do Espírito Santo. Para sua composição, Ele “escolheu homens, que utilizou usando de suas próprias faculdades e meios, de modo que agindo Ele neles e por eles, escreveram, como verdadeiros autores, tudo e só o que Ele queria"[6] (cf.Catecismo, 106). Tudo o que os escritores sagrados afirmam pode considerar-se afirmado pelo Espírito Santo: “deve-se confessar que os livros da Escritura ensinam firmemente, com fidelidade e sem erro, a verdade que Deus quis consignar nas sagradas letras"[7].
Para compreender corretamente a Sagrada Escritura deve-se ter presente os sentidos da Escritura – literal e espiritual; este último reconhecível também como alegórico, moral e analógico – e os diversos gêneros literários nos quais foram redigidos os diferentes livros ou partes dos mesmos (cf. Catecismo, 110, 115-117). Em particular, a Sagrada Escritura deve ser lida na Igreja, ou seja, à luz de sua tradição viva e da analogia da fé (cf. Catecismo, 111-114): a Escritura deve ser lida e compreendida no mesmo Espírito no qual foi escrita.
Os diversos estudiosos que se esforçam por interpretar e aprofundar o conteúdo da Escritura propõem seus resultados a partir de sua autoridade científica pessoal. Ao Magistério da Igreja compete formular uma interpretação autêntica, vinculante para os fieis, baseada na autoridade do Espírito que assiste ao ministério docente do Romano Pontífice e dos bispos em comunhão com ele. Graças a esta assistência divina, a Igreja, já desde os primeiros séculos, reconheceu quais os livros que continham o testemunho da Revelação, no Antigo e no Novo Testamento, formulando assim o “cânon" da Sagrada Escritura (cf. Catecismo, 120-127).
Uma correta interpretação da Sagrada Escritura, reconhecendo os diferentes sentidos e gêneros literários presentes nela, é necessária quando os autores sagrados descrevem aspectos do mundo que pertencem também ao âmbito das ciências naturais: a formação dos elementos do cosmos, a aparição das diversas formas de vida sobre a terra, a origem do gênero humano, os fenômenos naturais em geral. Deve ser evitado o erro do fundamentalismo, que não separa o sentido literal do gênero histórico, quando seria lícito fazê-lo. Também deve ser evitado o erro de quem considera as narrações bíblicas como formas puramente mitológicas, sem nenhum conteúdo de verdade a transmitir, sobre a história dos acontecimentos e sua radical dependência da vontade de Deus[8].
3. A Revelação como história da salvação que culmina em Cristo
Como diálogo entre Deus e os homens, pelo qual Ele os convida a participar de sua vida pessoal, a Revelação se manifesta desde o inicio com um caráter de “aliança" que dá origem a uma “história da salvação". “Querendo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se, além disso, pessoalmente, aos nossos primeiros pais, desde o princípio. Depois de sua queda, alimentou neles a esperança da salvação, com a promessa da redenção, e teve incessante cuidado para com o gênero humano, para dar a vida eterna a todos os que buscam a salvação com a perseverança na prática das boas obras. A seu tempo, chamou a Abraão para torná-lo pai de um grande povo, ao qual em seguida instruiu pelos Patriarcas, por Moisés e pelos Profetas para que o reconhecessem como o Deus único, vivo e verdadeiro, Pai providente e justo juiz, e para que esperassem o Salvador prometido, e desta forma, através dos séculos, foi preparando o caminho do Evangelho"[9].
Iniciada já com a criação de nossos primeiros pais e a elevação à vida da graça, que lhes permitia participar da intimidade divina, e em seguida prefigurada no pacto cósmico com Noé, a aliança de Deus com o homem se revela de modo explícito com Abraão e depois, de maneira particular com Moisés, a quem Deus entrega as Tábuas da Aliança. Tanto a numerosa descendência prometida a Abraão, na qual seriam abençoadas todas as nações da terra, como a Lei entregue a Moisés, com os sacrifícios e o sacerdócio que acompanham o culto divino, são preparações e figuras da nova e eterna aliança selada em Jesus Cristo, Filho de Deus, realizada e revelada em sua Encarnação e em seu sacrifício pascal. A aliança em Cristo redime do pecado dos primeiros pais, que romperam, com sua desobediência, o primeiro oferecimento de aliança por parte de Deus criador.
A história da salvação se manifesta como uma grandiosa pedagogia divina que aponta para Cristo. Os Profetas, cuja função era recordar a aliança e suas exigências morais, falam especialmente d'Ele, o Messias prometido. Eles anunciam a economia de uma nova aliança, espiritual e eterna, escrita nos corações; será Cristo que a revelará com as Bem-aventuranças e os ensinamentos do Evangelho, promulgando o mandamento da caridade, realização e cumprimento de toda a Lei.
Jesus Cristo é simultaneamente mediador e plenitude da Revelação. Ele é o Revelador, a Revelação e o conteúdo da mesma, enquanto Verbo de Deus feito carne: “Deus que já havia falado nos tempos antigos muitas vezes e de diversos modos a nossos pais, por meio dos profetas, ultimamente, em nossos dias, falou-nos por meio de seu Filho, que foi constituído herdeiro de todas as coisas e por meio do qual o mundo também foi feito" (Hb 1, 1-2). Deus, em seu Verbo, disse tudo e de modo conclusivo: “A economia cristã, portanto, como aliança nova e definitiva, nunca cessará e não devemos esperar nenhuma revelação pública antes da manifestação gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo"[10] (cf. Catecismo, 65-66). De modo particular, a realização e plenitude da Revelação divina se manifestam no mistério pascal de Jesus Cristo, isto é, em sua paixão, morte e ressurreição, como Palavra definitiva na qual Deus manifestou a totalidade de seu amor de condescendência e renovou o mundo. Somente em Jesus Cristo, Deus revela o homem a si mesmo, e o faz compreender qual é sua dignidade e altíssima vocação[11].
A fé, enquanto virtude, é a resposta do homem à revelação divina, uma adesão pessoal a Deus em Cristo, motivada por suas palavras e pelas obras que Ele realiza. A credibilidade da revelação se apoia principalmente na credibilidade da pessoa de Jesus Cristo, em toda sua vida. Sua posição de mediador, plenitude e fundamento da credibilidade da Revelação, diferenciam a pessoa de Jesus Cristo de qualquer outro fundador de uma religião, que não solicita de seus seguidores que tenham fé nele, nem pretende ser a plenitude e realização daquilo que Deus quer revelar, mas se propõe somente como mediador para fazer com que os homens conheçam tal revelação.
4. A transmissão da Revelação divina
A Revelação divina está contida nas Sagradas Escrituras e na Tradição, que constituem um único depósito onde é guardada a palavra de Deus[12]. Estas são interdependentes entre si: a Tradição transmite e interpreta a Escritura, e esta, por sua vez, verifica e convalida tudo o que se vive na Tradição[13] (cf.Catecismo, 80-82).
A Tradição, fundada na pregação apostólica, testemunha e transmite de modo vivo e dinâmico quanto a Escritura recolheu através de um texto determinado. “Esta Tradição, que deriva dos apóstolos, progride na Igreja com a assistência do Espírito Santo: uma vez que vai crescendo na compreensão do conteúdo e das palavras transmitidas, seja pela contemplação e o estudo dos fieis, que as meditam em seu coração, seja pela percepção íntima que experimentam das coisas espirituais, seja pelo anuncio daqueles que, com a sucessão do episcopado receberam o carisma certo da verdade"[14].
Os ensinamentos do Magistério da Igreja, os dos Padres da Igreja, a oração da Liturgia, o sentir comum dos fieis que vivem na graça de Deus, e também realidades cotidianas como a educação na fé transmitida dos pais aos filhos ou o apostolado cristão contribuem com a transmissão da Revelação divina. De fato, o que foi recebido pelos apóstolos e transmitido aos seus sucessores, os Bispos, compreende “todo o necessário para que o Povo de Deus viva santamente e aumente sua fé, e desta forma a Igreja, em sua doutrina, em sua vida e em seu culto perpetua e transmite a todas as gerações tudo o que ela é, tudo o que crê"[15]. A grande Tradição apostólica deve distinguir-se das diversas tradições teológicas, litúrgicas, disciplinares etc. cujo valor pode ser limitado e inclusive provisório (cf. Catecismo, 83).
A realidade conjunta da Revelação divina como verdade e como vida implica que o objeto da transmissão não seja somente um ensinamento, mas também um estilo de vida: doutrina e exemplo são inseparáveis. Aquilo que se transmite é, efetivamente, uma experiência viva, a do encontro com Cristo ressuscitado e o que este evento significou e continua a significar para a vida de cada um. Por este motivo, ao falar da transmissão da Revelação, a Igreja fala de fides et mores, fé e costumes, doutrina e conduta.
5. O Magistério da Igreja, guardião e intérprete autorizado da Revelação
“O ofício de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado exclusivamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo"[16], isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma. Este ofício do Magistério da Igreja é um serviço à palavra divina e tem como fim a salvação das almas. Portanto, “este Magistério, evidentemente, não está acima da palavra de Deus, mas serve-a, ensinando somente aquilo que lhe foi confiado, por mandato divino e, com a assistência do Espírito Santo, ouve-a com piedade, guarda-a com exatidão e a expõe com fidelidade, e deste único depósito da fé tira tudo o que propõe como verdade revelada por Deus que se deve crer"[17]. Os ensinamentos do Magistério da Igreja constituem o lugar mais importante onde está contida a Tradição apostólica: o Magistério é, em relação a esta tradição, como sua dimensão sacramental.
A sagrada Escritura, a Sagrada Tradição e o Magistério da Igreja constituem, portanto, uma certa unidade, de modo que nenhuma destas realidades pode subsistir sem as outras[18]. O fundamento desta unidade é o Espírito Santo, Autor da Escritura, protagonista da Tradição viva da Igreja, guia do Magistério, ao qual assiste com Seus carismas. Em sua origem, as igrejas da Reforma protestante quiseram seguir a sola Scriptura, deixando sua interpretação aos fieis individualmente: tal posição deu lugar à grande dispersão das confissões protestantes e se revelou pouco sustentável, já que todo texto tem necessidade de um contexto, concretamente uma Tradição, em cujo seio nasceu, é lido e interpretado. Também o fundamentalismo separa a Escritura da Tradição e do Magistério, buscando erroneamente manter a unidade de interpretação, ancorando-se de modo exclusivo no sentido literal (cf. Catecismo, 108).
Ao ensinar o conteúdo do depósito revelado, a Igreja é sujeito de uma infalibilidade in docendo, fundada sobre as promessas de Jesus Cristo acerca de sua indefectibilidade; isto é, que se realizará, sem falhar, na sua missão de salvação a ela confiada (cf. Mt 16, 18; Mt 28, 18-20; Jo 14, 17.26). Este magistério infalível se exercita: a) quando os bispos se reúnem em Concílio ecumênico em união com o sucessor de Pedro, cabeça do colégio apostólico; b) quando o Romano Pontífice promulga alguma verdade ex cathedra, ou empregando um teor nas expressões e um gênero de documento que faz referência explícita a seu mandato petrino universal, promulga um ensinamento específico que considera necessário ao bem do Povo de Deus; c) quando os bispos da Igreja, em união com o sucessor de Pedro, são unânimes ao professar a mesma doutrina ou ensinamento, ainda que não se encontrem reunidos no mesmo lugar. Mesmo que o ensinamento de um bispo que propõe isoladamente um ensinamento específico não goza do carisma da infalibilidade, os fieis estão igualmente obrigados a uma respeitosa obediência, assim como devem observar os ensinamentos provenientes do Colégio episcopal ou do Romano Pontífice, ainda que não sejam formulados de modo definitivo e irreformável[19].
6. A imutabilidade do depósito da Revelação
O ensinamento dogmático da Igreja (dogma quer dizer doutrina, ensinamento) está presente desde os primeiros séculos. Os principais conteúdos da pregação apostólica foram colocados por escrito, dando origem às profissões de fé exigidas de todos aqueles que recebiam o batismo, contribuindo assim para definir a identidade da fé cristã. Os dogmas crescem em número com o desenvolvimento histórico da Igreja: não porque a doutrina mude ou aumente aquilo em que se deve crer, mas porque é frequente a necessidade de elucidar algum erro ou de ajudar a fé do povo de Deus com oportunos aprofundamentos definindo aspectos de modo claro e preciso. Quando o Magistério da Igreja propõe um novo dogma não está criando nada de novo, mas apenas explicitando aquilo que já está contido no depósito revelado. “O Magistério da Igreja exerce plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando propõe de uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, verdades contidas na Revelação divina ou também quando propõe, de maneira definitiva, verdades que mantêm com elas um vínculo necessário" (Catecismo, 88).
O ensinamento dogmático da Igreja, como por exemplo os artigos do Credo, é imutável, posto que manifesta o conteúdo de uma Revelação recebida de Deus e não feita pelos homens. Os dogmas, entretanto, admitiram e admitem um desenvolvimento homogêneo, seja porque o conhecimento da fé vai se aprofundando com o tempo, seja porque em culturas e épocas diversas surgem problemas novos, aos quais o Magistério da Igreja deve dar respostas que estejam de acordo com a palavra de Deus, explicitando quanto está implicitamente contido nela[20].
Fidelidade e progresso, verdade e história não são realidades em conflito em relação à Revelação[21]: Jesus Cristo, sendo a Verdade incriada é também o centro e cumprimento da história; o Espírito Santo, Autor do depósito da Revelação é garantia de sua fidelidade, e também Aquele que aprofunda em seu sentido ao longo da história, conduzindo “à verdade completa" (cf. Jo 16, 13). “Ainda que a Revelação esteja estabelecida, não está completamente explicitada. Compete à fé cristã captar gradualmente seu alcance ao longo dos séculos" (cf. Catecismo, 66).
Os fatores de desenvolvimento do dogma são os mesmos que fazem progredir a Tradição viva da Igreja: a pregação dos Bispos, o estudo dos fieis, a oração e meditação da palavra de Deus, a experiência das coisas espirituais, o exemplo dos santos. Frequentemente o Magistério recolhe e ensina de modo autorizado coisas que anteriormente foram estudadas por teólogos, acreditada pelos fieis, pregada e vivida pelos santos.
Giuseppe Tanzella-Nitti
Bibliografia básica
Catecismo da Igreja Católica, 50-133.
Concílio Vaticano II, Const. Dei Verbum, 1-20.
João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 14-09-1988, 7-15.
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[1] Concílio Vaticano II, Const. Dei Verbum, 2.
[2] Cf. Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 3; João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 14-09-1988, 19.
[3] Cf. Concilio Vaticano I, Const. Dei Filius, 24-04-1870, DH 3004.
[4] Cf. Concílio Vaticano II, Const. Lumen gentium, 2-4; Decr. Ad gentes, 2-4.
[5] Cf. Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 2.
[6] Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 11.
[7] Ibidem.
[8] Podem-se encontrar elementos interessantes para uma correta interpretação da relação com as ciências em León XIII, Enc. Providentissimus Deus, 18-11-1893; Bento XV, Enc. Spiritus Paraclitus, 15-09-1920 e Pio XII, Enc.Humani generis, 12-07-1950.
[9] Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 3.
[10] Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 4.
[11] Cf. Concilio Vaticano II, Const. Gaudium et spes, 22.
[12] “Permiti-me esta insistência repetida, as verdades da fé e da moral não se determinam por maioria de votos: compõem o depósito – depositum fidei – entregue por Cristo a todos os fieis e confiado em sua exposição e ensino autorizado, ao Magistério da Igreja", São Josemaria, Homilia O fimsobrenatural da Igreja, em Amar à Igreja, 15.
[13] Cf. Concílio Vaticano II, Const. Dei Verbum, 9.
[14] Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 8.
[15] Ibidem. Cf. Concilio de Trento, Decr. Sacrosancta, 8-04-1546, DH 1501.
[16] Concílio Vaticano IIConst. Dei Verbum, 10.
[17] Ibidem.
[18] Cf. Ibidem.
[19] Cf. Concílio Vaticano II, Const. Lumen gentium, 25; Concílio Vaticano I, Const. Pastor aeternus, 18-07-1870, DH 3074.
[20] “É conveniente, portanto, que, através de todos os tempos e de todas as idades, cresça e progrida a inteligência, a ciência e a sabedoria de cada uma das pessoas e do conjunto dos homens, tanto por parte da Igreja inteira, como por parte de cada um de seus membros. Porém este crescimento deve seguir sua própria natureza, isto é, deve seguir o dinamismo de uma única e idêntica doutrina", são Vicente de Lerins, Commonitorium, 23.
[21] Cf. João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 11-12, 87.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Boas Novas da Diocese de Amargosa (convite)

Jutay Rebouças     04:48     No comments

terça-feira, 26 de julho de 2016

ESTÁ EM FESTA HOJE A PARÓQUIA DE SANTA ANA EM ARATUÍPE

Jutay Rebouças     07:52     No comments

A paróquia Senhora Santana, foi criada no dia 02 de junho de 1840, sendo desmembrada da paróquia Nossa Senhora da Ajuda, Jaguaripe, e da paróquia Nossa Senhora da Purificação, Nazaré. 


A nova paróquia era vinculada à Arquidiocese de São Salvador, em Salvador. Teve como primeiro pároco o Pe. Gregório do Nascimento Assunção. Contudo, em muitos momentos a paróquia foi atendida por padres das paróquias vizinhas, como Nazaré e Jaguaripe. Em 1942, com a criação a Diocese de Amargosa, a paróquia Senhora Santana passo a pertecncer a essa, tendo o Pe. Gilberto Vaz Sanpaio como primeiro pároco pertencente ao Clero de Amargosa.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

TEMA 1. A existência de Deus

Jutay Rebouças     05:12     No comments



segunda-feira, 18 de julho de 2016

HOJE ANIVERSARIO DE ORDENAÇÃO DE PADRE MARCO

Jutay Rebouças     13:00     No comments

sábado, 16 de julho de 2016

Reunião com os coordenadores paroquiais dos grupos de homens na Paróquia São Benedito em Santo Antonio de Jesus 16/07/2016

Jutay Rebouças     12:58     No comments




Estavam presentes nessa reunião além da maioria dos coordenadores de paróquia, nosso diretor espiritual Padre Gilton Abreu e demais membros da equipe diocesana. Nesse encontro tivemos como pauta principal o Congresso diocesano dos Grupos de Homens, com data confirmada para o dia 23 de outubro de 2016 na paróquia São Filipe e São Tiago na cidade de São Felipe-BA. Tivemos seguinte programação:

  • Chegada: 8:00
  • Oração: 8:15
  • Palavra do Padre Gilton 8:45
  • Abertura da pauta: 9:00
  • O Congresso (dia 23 de outubro)
  • Expectativa para o Congresso
  • Inscrição distribuição das fichas
  • Prazo limite para encerrar as inscrições
  • Organização dos grupos com antecedência
  • Preparação espiritual para o Congresso 9:45
  • Encontrões paroquiais (já devem ter acontecido)
  • Oração do Terço na Intenção do Congresso
  • O Tríduo (nas semanas mais próximas ao Congresso)
  • Tema e lema do Encontrão
  • Primeiro contato de Dom Valdemir com os Grupos de Homens
  • Lanche e encerramento 11:30






O tema, bem como, a proposta do tríduo preparatório ao Congresso foram acolhidos com muita alegria por todos os coordenadores. Aqui Seguem os mesmos:

TEMA: MISERICÓRDIA: É O ATO ÚLTIMO E SUPREMO PELO QUAL DEUS VEM AO NOSSO ENCONTRO.

Lema: Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai”

1º “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!” (Mt 5,7)  Leituras: Ef 4, 30-5,2; Sl 33; Mt 5, 1-12

 2º “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso!” (Lc 6,36)  
Leituras: Ef  1, 3-14; Sl 144; Lc 6, 27-38
                                         
     3º Ide e aprendei o que significam estas palavras:Eu quero a misericórdia e não o sacrifício
Leituras: Ef 4, 1-7.11-13; Sl 18 e Mt 9,9-13



Apesar de não está constando na programação acima também elegemos o novo coordenador do Zonal II, nosso irmão Roque da paróquia de São Benedito, o segundo coordenador Nilson da paróquia de São José do Andaía e o tesoureiro ficou para o grupo da paróquia de Santo Antonio de Jesus.

Reafirmamos:

Ø  O valor individual de (vinte) 20,00 reias da inscrição para o Congresso.
Ø  Prazo limite para o encerramento das inscrições dia 31 de agosto 2016.
Ø  Limite para Deposto em conta até o mediado de setembro.
   


Queremos agradecer à Coordenação do Grupo de homens do São Benedito que nos acolheu com grande entusiasmo e generosidade disponibilizando um grande café da manhã e posteriormente um lanche ao final da reunião.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, para sempre seja louvado e Nossa Mãe Maria Santíssima.



quinta-feira, 14 de julho de 2016

Primeira reunião do Clero com o Bispo dom Valdemir

Jutay Rebouças     05:27     No comments
Dia 13/07/2016








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